Tabela 21

Estresse: comparação pai x mãe nas 45 famílias (fase de exaustão)

 

Pai

Mãe

Assintomáticos

73

Assintomáticos

112

Autistas

88

Autistas

124

Down

104

Down

106

Total

265

Total

342

Média

5,9

média

7,6

 

Não foram observados sinais de estresse nas famílias estudadas, embora a mãe seja mais estressada do que o pai, com valor médio próximo ao limite.


Tabela 22

Estresse: famílias com crianças autistas (fase de alerta)

 

Família

Pai

Mãe

Pai

Mãe

di

Posto

  1

0+1

4+1

1

5

-4

9

  2

0+3

3+2

3

5

-3

6

  3

1+3

6+3

4

8

-4

9,5

  4

1+0

3+3

1

6

-5

10

  5

4+3

0+0

7

0

7

12

  6

3+1

2+2

4

4

0

 

  7

0+0

6+0

0

6

-6

11

  8

4+1

6+3

5

8

-3

6

  9

1+1

2+2

2

4

-2

3

10

5+1

7+2

6

9

-3

6

11

2+0

4+0

2

4

-4

9,5

12

0+2

2+1

2

3

-1

1

13

6+2

7+3

8

10

-2

3

14

0+2

1+3

2

4

-2

3

15

0+0

0+0

0

0

0

 

Total

 

 

47

86

 

 

T= 12 (significativo; a = 0,05)

média 3,1 < 6 não-estresse

média 5,7 > 6  não-estresse

 

Pode-se inferir que a diferença entre ambos é significativa com relação à diferença de scores, uma vez que a mãe está no limiar do estresse (média = 5,7), enquanto o pai está longe de estar estressado (prova de Wilcoxon).

 

Tabela 23

Estresse: famílias com crianças autistas (fase de resistência)

 

Família

Pai

Mãe

Pai

Mãe

di

Posto

  1

0+0

4+5

0

9

-9

12

  2

2+2

0+2

4

2

2

5

  3

2+3

5+4

5

9

-4

8,5

  4

1+3

1+3

4

4

0

 

  5

4+3

3+2

7

5

2

5

  6

5+5

7+4

10

11

-1

2

  7

2+3

5+5

5

10

-5

10

  8

3+2

4+3

5

7

-2

5

  9

1+2

1+2

3

3

0

 

10

6+0

8+5

6

13

-7

11

11

1+0

3+2

1

5

-4

8,5

12

1+1

1+1

2

2

0

 

13

5+2

5+5

7

10

-3

7

14

3+4

4+2

7

6

1

2

15

1+1

0+1

2

1

1

2

Total

 

 

68

97

 

 

T = 14 (significativo; a = 0,05)

média 4,9 > 3 estresse

média 6,5 > 3 estresse

 

Nas famílias com crianças autistas ambos estão estressados e a diferença não é significativa; o score da mãe é maior que o do pai, confirmando a tendência (prova de Wilcoxon).


Tabela 24

Estresse: famílias com crianças autistas (fase de exaustão)

 

Família

Pai

Mãe

Pai

Mãe

di

Posto

  1

0+0

6+7

0

13

-13

13

  2

1+2

2+7

3

9

-6

10

  3

2+5

3+4

7

7

0

 

  4

2+2

0+3

4

3

1

2

  5

5+5

0+2

10

2

8

11

  6

6+7

5+7

13

12

1

2

  7

4+3

6+7

7

13

-6

9

  8

2+3

6+5

5

11

-6

8

  9

0+0

1+1

0

2

-2

 4

10

5+5

9+11

10

20

-10

12

11

3+0

0+3

3

3

0

 

12

1+0

0+4

1

4

-3

 5,5

13

6+8

7+8

14

15

-1

2

14

6+4

3+3

10

6

4

7

15

0+1

2+2

1

4

-3

5,5

Total

 

 

88

124

 

 

T = 22; (diferença não-significativa; a = 0,05)

média 5,9 < 8

média 8,3 > 8

 

Pode-se concluir que nas famílias com crianças autistas a mãe é mais estressada que o pai; entretanto, o pai está próximo do estresse, uma vez que a diferença entre ambos não é significativa. Dados auferidos pela prova de Wilcoxon.


Tabela 25

Estresse: famílias com crianças assintomáticas (fase de alerta)

 

Família

Pai

Mãe

Pai

Mãe

di

Posto

  1

0+1

8+3

1

11

-10

-14,5

  2

5+0

6+1

5

7

-2

-7,5

  3

3+1

11+3

4

14

-10

-14,5

  4

2+1

1+1

3

2

1

4,5

  5

0+3

2+1

3

3

0

1,5

  6

6+1

6+1

7

7

0

1,5

  7

1+0

7+2

1

9

-8

-13

  8

3+2

1+1

5

2

3

9

  9

0+0

7+0

0

7

-7

-11,5

10

2+0

2+1

2

3

-1

-4,5

11

3+0

2+0

3

2

1

4,5

12

0+0

5+0

0

5

-5

-10

13

4+0

5+0

4

5

-1

-4,5

14

4+1

5+2

5

7

-2

-7,5

15

0+0

6+1

0

7

-7

-11,5

Total

 

 

43

91

 

 

T = 21; (significativo; a = 0,05)

 

Média pai = 2,9                          Mediana pai = 3

Média mãe = 6,1                         Mediana mãe = 7

 

Existe diferença do nível de estresse entre pai e mãe significativa, sendo a mãe mais estressada que o pai.


Tabela 26

Estresse: famílias com crianças assintomáticas (fase de resistência)

Família

Pai

Mãe

di

Posto

  1

6

12

-6

12,5

  2

5

3

2

6,5

  3

6

13

-7

14

  4

4

4

0

2

  5

2

4

-2

6,5

  6

9

5

4

10,5

  7

1

9

-8

15

  8

3

2

1

4

  9

2

8

-6

12,5

10

5

3

2

6,5

11

1

4

-3

9

12

1

5

-4

10,5

13

3

3

-4

2

14

6

6

0

2

15

0

2

-2

6,5

Total

54

83

 

 

T = 33,5; (não-significativo; a = 0,05)

 

média pai   3,6 > 3             mediana = 3  

       média mãe 5,5 > 3             mediana = 4 

 

Pode ser inferido que tanto a mãe quanto o pai estão estressados, a mãe sempre apresentando maiores índices de estresse (prova de Wilcoxon).


Tabela 27

Estresse: famílias com crianças assintomáticas (fase de exaustão)

Família

Pai

Mãe

di

Posto

  1

7

14

-7

12

  2

8

6

2

3,5

  3

9

17

-8

14

  4

6

3

3

7

  5

2

5

-3

7

  6

13

10

3

7

  7

2

13

-10

15

  8

8

3

5

10

  9

1

8

-7

12

10

2

4

-2

3,5

11

6

8

-2

3,5

12

1

3

-2

3,5

13

1

8

-7

12

14

6

5

1

1

15

1

5

-4

9

Total

73

112

 

 

T = 28,5; (não-significativo; a = 0,05)

 

média pai   4,9 < 8             mediana = 6  

       média mãe 7,5 < 8            mediana = 6 

 

Pode-se concluir que tanto o pai quanto a mãe não estão estressados (prova de Wilcoxon). Entretanto, o score da mãe é maior que o do pai, significando ter ela maior carga de estresse.

Tabela 28

Estresse: famílias com crianças com síndrome de Down (fase de alerta)

 

Família

Pai

Mãe

Pai

Mãe

di

Posto

  1

4+1

3+1

5

4

1

6,5

  2

2+3

2+0

5

2

3

11,5

  3

1+0

0+0

1

0

1

6,5

  4

1+3

1+3

4

4

0

2,5

  5

8+2

5+3

10

8

2

9

  6

3+0

5+1

3

6

-3

11,5

  7

4+0

6+1

4

7

-3

11,5

  8

4+2

4+3

6

7

-1

6,5

  9

3+0

2+1

3

3

0

2,5

10

3+3

4+2

6

6

0

2,5

11

5+1

9+3

6

12

-6

14

12

2+0

1+0

2

1

1

6,5

13

4+3

6+1

7

7

0

2,5

14

6+1

7+3

7

10

-3

11,5

15

3+2

9+3

5

12

-7

15

Total

 

 

74

89

 

 

T = 70; (não-significativo; a = 0,05)

Média pai   4,9 < 6

Média mãe 5,9 < 6

 

Pode ser concluído que não existe estresse no pai, nem na mãe, ocorrendo a mesma tendência observada anteriormente: a mãe ter score mais alto que o do pai (prova de Wilcoxon).

Tabela 29

Estresse: famílias com crianças com síndrome de Down (fase de resistência)

 

Família

Pai

Mãe

Pai

Mãe

di

Posto

  1

4+1

4+2

5

6

-1

3,5

  2

1+4

4+2

5

6

-1

3,5

  3

2+2

0+1

4

1

3

8

  4

2+1

0+1

3

1

2

5,5

  5

6+5

4+3

11

7

4

11

  6

4+2

4+5

6

9

-3

8

  7

2+2

5+2

4

7

-3

8

  8

3+2

6+3

5

9

-4

11

  9

1+3

1+3

4

4

0

1,5

10

2+2

1+3

4

4

0

1,5

11

1+2

7+5

3

12

-9

14,5

12

2+1

3+2

3

5

-2

5,5

13

2+3

5+5

5

10

-5

13

14

4+3

6+5

7

11

-4

11

15

3+1

8+5

4

13

-9

14,5

Total

 

 

73

105

 

 

T = 18,5; (não-significativo; a = 0,05) md = 4 - pai > 3

Média pai    4,9 < 3

Média mãe     7 < 3

 

Ambos mostram presença de estresse com diferença não-significativa apesar de a mãe ter score maior que o do pai, confirmando a tendência já verificada (prova de Wilcoxon).


Tabela 30

Estresse: famílias com crianças com síndrome de Down (fase de exaustão)

 

Família

Pai

Mãe

Pai

Mãe

di

Posto

  1

4+5

3+5

9

8

1

1,5

  2

1+5

1+4

6

4

2

4,5

  3

1+0

0+0

1

0

1

1,5

  4

2+2

0+0

4

0

4

7,5

  5

5+6

5+6

11

11

0

 

  6

5+5

4+6

10

10

0

 

  7

3+5

4+6

8

10

-2

4,5

  8

5+5

0+6

10

6

4

7,5

  9

2+2

4+5

4

9

-5

9

10

2+2

3+1

4

4

0

 

11

1+3

8+11

4

19

-15

11,5

12

1+1

3+5

2

8

-6

10

13

6+6

7+7

12

14

-2

4,5

14

7+8

9+8

15

17

-2

4,5

15

2+2

8+11

4

19

-15

11,5

Total

 

 

104

106

 

 

T = 22,5; (não-significativo; a = 0,05)

Média pai  = 6,9                md = 6

 Média mãe = 7,1              md = 9 (> 8)

 

Não se observou sinais de estresse em nenhum dos genitores embora, o score materno seja levemente superior ao paterno, confirmando a tendência observada. A análise das medianas mostram a presença de estresse nas mães (prova de Wilcoxon).