Podemos observar na Figura 10 e na  Tabela 8  que os dois comportamentos relacionados à infidelidade mais freqüentemente citados são o 2  e o 1, com 2895 e 1760 comportamentos registrados, respectivamente, para o grupo masculino, enquanto para o grupo feminino foram registrados, respectivamente, 82 e 155 comportamentos relacionados à infidelidade. O comportamento  14 é o terceiro mais citado para o grupo masculino, com 546 comportamentos registrados. No grupo feminino, o terceiro mais citado é o 34, com 69 comportamentos registrados. Dessa forma, ao analisarmos a Figura 10 e a Tabela 8, pode-se dizer que os comportamentos mais freqüentemente exibidos pelos participantes da primeira etapa em relação aos(as) seus (suas) parceiros, independentemente do sexo foram, em ordem decrescente:

:

·         2- Ter pensamentos com outra(s) pessoa(s) que não era(m) o(a) próprio(a) parceiro(a), tais como estar beijando tal pessoa, ouvindo/dizendo frases de conotação amorosa, ou mesmo, de natureza sexual;

·         1- Manter contatos virtuais como: bater papo em chats, receber e-mails por meio de sites de namoros, mensagens on-line etc, com outra pessoa que não fosse o(a) próprio(a) parceiro(a);

·         14- Ter tido relações sexuais com um(a) parceiro(a) enquanto, neste mesmo momento, imaginava como seriam as mesmas relações sexuais com uma outra pessoa que atraísse fisicamente, amorosamente, ou ainda, sentimentalmente o(a) participante.

 

Em relação aos comportamentos menos citados, estes são mostrados na Figura 11.

 

Figura 11 -  Os três comportamentos de menor ocorrência (Primeira etapa, Independentemente do sexo).

 

 

Por meio da Figura 11 e da Tabela 7 podemos observar que os comportamentos menos citados pelos participantes que estariam relacionados à infidelidade, por ocasião da primeira etapa deste estudo, são os mesmo para os grupos masculino e feminino (afirmações 24, 33 e 31). Podemos observar na Figura 12 que as afirmações que acontecem com menor freqüência no total são as mesmas afirmações que aparecem no grupo masculino (afirmações 33 e 31), com 4 e 0 comportamentos registrados para os homens, respectivamente, e com 0 e 0 comportamentos registrados para as mulheres, respectivamente. Note que a afirmação 31 ocorre com a menor freqüência em ambos os grupos (freqüência zero -  e por isso, aparece na legenda e não aprece no gráfico de barras). A afirmação  24 só tem ocorrência para o grupo masculino (entre as três menores ocorrências), enquanto a afirmação  33 só tem ocorrência para o grupo feminino (entre as três menores ocorrências). Dessa forma, ao analisarmos a Figura 11 e a Tabela 7 podemos dizer que os comportamentos menos freqüentemente exibidos pelos participantes da primeira etapa em relação aos(as) seus (suas) parceiros, independentemente do sexo foram em ordem decrescente:

 

·         24- Apresentar um(a) amigo(a) que o(a) participante beijou como um(a) primo(a) para que o(a) parceiro(a) deste(desta) não pudessem desconfiar desta farsa;

·         33- Mentir que estava com a família, somente para ficar com uma outra pessoa que não era o parceiro, pelo qual o participante tenha se interessado fisicamente, amorosamente, ou ainda, sentimentalmente;

·         31- O(a) participante falar que precisava viajar a trabalho somente para ficar com uma outra pessoa que não fosse o(a) próprio(a) parceiro(a) e que o(a) havia interessado fisicamente, amorosamente, ou ainda, sentimentalmente);

 

Para termos uma melhor visualização das ocorrências de infidelidade da nossa amostra em relação aos seus atuais parceiros, tanto independentemente do sexo bem como separadamente por sexo, podemos recorrer às Figuras 12, 13 e 14.

Figura 12 - Total de Ocorrências de infidelidade, independentemente do sexo, em relação aos atuais parceiros (primeira etapa).

 

 

Podemos observar na Figura 12, que as afirmações que acontecem com maior freqüência são 2, 1 e 14 (no mínimo, 500 vezes). As afirmações 28, 30 e 11 ocorrem com freqüência menor do que 20 e as afirmações 24 e 31 ocorrem com freqüência menor do que 5. A afirmação 33 ocorre com freqüência zero. Estes tipos de traições com ocorrência zero podem ser retirados do inventário em um futuro estudo devido ao fato de que não aconteceram. É interessante observar a grande variabilidade no número de respostas (de nenhuma até 2977 ocorrências). O que demonstra que pessoas diferentes se engajam em diferentes comportamentos relacionados à infidelidade. Isso pode ser conseqüência do acesso diferencial de oportunidades a essas pessoas. Também, tal como o autor pressupôs para este trabalho, os relacionamentos amorosos são sistemas dinâmicos e por interagirem com as características do outro parceiro podemos pensar que determinados fatores na personalidade de um parceiro podem modificar as incidências de comportamentos relacionados à infidelidade citados pelos participantes e explicariam esta variabilidade obtida nos resultados. [Ver as descrições de cada um destes tipos de infidelidade nos anexos 8, 9, 10 e 11].

Figura 13 - Total de Ocorrências de infidelidade para o sexo feminino em relação aos atuais parceiros (Primeira etapa).

 

 

A Figura 13 mostra o número de ocorrências somente para os participantes do sexo feminino. Vemos que os tipos de infidelidade que mais ocorrem são referentes às afirmações 1, 2, 34 (apresentando número de ocorrências superior a 50). As afirmações que apresentam entre 24 a 44 ocorrências são as 6, 26, 7, 10, 35 e 21. As afirmações com menos de 10 ocorrências são 5, 9, 15, 17, 13, 25, 29, 1922, 32, 20, 11, 16, 27. As afirmações que não apresentam ocorrências são 24, 31 e 33. [Ver as descrições de cada um destes tipos de infidelidade nos anexos 8, 9, 10 e 11].

Figura 14 - Total de Ocorrências de infidelidade para o sexo masculino em relação às atuais parceiras (Primeira etapa).

 

 

A Figura 14 mostra o número de ocorrências segundo o sexo masculino. Notamos que as três maiores ocorrências (com valores superiores a 500) correspondem às afirmações 2, 1 e 14 (como na Figura 13).  As afirmações 26, 6, 8, 3, 10, 35, 5 e 34 também ocorreram com um número alto de vezes (valores entre 113 e 176).  As afirmações com freqüência baixa (menores do que 10) são 24 e a 31, e a afirmação 33 não apresentou ocorrência. [Ver as descrições de cada um destes tipos de infidelidade nos anexos 8, 9, 10 e 11].

 

3.3.1.2.1 Os homens e as mulheres relatam diferentes quantidades de traições em relação aos seus ex-parceiros?

 

Para verificar se existe associação entre as freqüências de traições dos participantes da pesquisa em relação aos seus parceiros anteriores e o sexo dos participantes. Como estamos trabalhando com uma variável quantitativa discreta, este teste foi apropriado. Este conjunto de dados apresenta muitas respostas com valor zero, o que inviabiliza a aplicação do teste paramétrico Qui-quadrado.  Este teste compara medianas de duas populações.

         Consideramos as hipóteses:

   H0: não existe associação entre sexo e as freqüências de ocorrência dos comportamentos de infidelidade;

H1: existe associação entre sexo e as freqüências de ocorrência dos comportamentos de infidelidade;

 

 Este teste mostrou que havia diferença significativa nas medianas de homens e mulheres (aqui, a estatística do teste W = 826,0  e tem p < 0.0001) e também, podemos dizer que existe uma indicação de maiores podemos dizer que existe uma indicação de maiores ocorrências para os homens. Portanto, houve uma maior ocorrência de infidelidade para os homens na primeira etapa deste estudo, que se ocupou em propiciar uma linha de base para as incidências dos comportamentos de infidelidade a ser contrastados com os da segunda etapa para os dois sexos.

 

.3.3.1.3 Estatísticas descritivas das ocorrências de infidelidade dos pesquisados em relação aos atuais parceiros (segunda etapa da pesquisa).

 

 As percentagens de ocorrência de cada um dos comportamentos de infidelidade em ordem decrescente tanto independentemente do sexo (em ordem decrescente na Tabela) bem como separados por sexo, podem ser vistas na Tabela 8.

Tabela 8 - Tabela de freqüências relativas, ordenadas segundo o total,  para as afirmações por classe, com destaque  (** e *) para as  3 maiores e menores  ocorrências respectivamente (Atuais parceiros – Segunda etapa).

Afirmações[1]

%

(total)

%

(sexo feminino)

%

(sexo masculino)

1

38,26**

22,80**

20,80**

2

21,03**

13,05**

41,55**

18

4,37**

0,63

0,39

3

3,48

2,67

2,15

34

3,47

6,29**

1,31

20

2,94

1,57

1,07

7

2,90

5,82

2,52

26

2,21

5,66

4,21**

33

1,92

0,00*

0,02*

31

1,89

0,00*

0,08*

21

1,87

3,14

1,23

16

1,65

0,16

3,30

19

1,51

0,94

0,66

13

1,45

1,57

0,64

8

1,45

2,52

3,61

17

1,13

0,79

0,76

6

1,13

3,62

1,40

35

1,00

3,77

1,68

10

0,93

5,50

3,20

12

0,76

2,36

0,96

22

0,74

0,47

1,64

5

0,69

1,57

0,84

11

0,62

0,00

0,23

4

0,54

4,25

1,09

25

0,44

0,79

0,39

9

0,42

1,10

0,98

30

0,25

0,16

0,08*

29

0,25

0,94

0,57

14

0,20

4,72

1,50

23

0,13

0,79

0,18

32

0,11

0,47

0,23

28

0,09

0,16

0,12

27

0,07*

0,00*

0,12

15

0,07*

1,73

0,39

24

0,02*

0,00*

0,08*

 

 

 

   

Legenda: *     comportamentos menos citados;

                                     **    comportamentos mais citados.

 

Para termos uma melhor visualização dos comportamentos mais citados, também podemos recorrer à Figura 15:

 

Figura 15 - Os três comportamentos de maior ocorrência. (Segunda etapa, Independentemente do sexo).

 

 

 

Podemos observar na Figura 15 e na Tabela 8, que as afirmações que acontecem com maior freqüência no total (2 e 1), são as mesmas que também têm as maiores freqüências para os homens. A afirmação 1 também é a que tem maior freqüência para as mulheres. Por exemplo, podemos notar que as afirmações 1 e 2 ocorrem nos dois grupos, com destaque para o grupo masculino (com 1014 e 2025 citações, respectivamente, enquanto para as mulheres têm 145 e 83 citações, respectivamente). A afirmação 26 está entre as três maiores somente para o grupo masculino (com 205 citações, enquanto que para as mulheres têm somente 36 citações), o mesmo ocorrendo para a afirmação 34 no grupo feminino, com 40 citações e para o grupo masculino com 64 citações. Dessa forma, pode-se dizer que, ao analisarmos a Figura 15 e a Tabela 8, os comportamentos mais freqüentes exibidos pelos participantes da segunda etapa em relação aos(as) seus (suas) parceiros, independentemente do sexo foram em ordem decrescente:

 

·         2 - Ter pensamentos com outra(s) pessoa(s) que não era(m) o(a) próprio(a) parceiro(a), tais como estar beijando tal pessoa, ouvindo/dizendo frases de conotação amorosa, ou mesmo, de natureza sexual;

·         1 - Manter contatos virtuais como: bater papo em chats, receber e-mails por meio de sites de namoros, mensagens on-line etc, com outra pessoa que não fosse o(a) próprio(a) parceiro(a)).

·         26 - Permitir-se ser paquerado por uma outra pessoa, que lhe atraísse fisicamente, amorosamente, ou mesmo, sentimentalmente e que não fosse o(a) próprio(a) parceiro(a), e mesmo assim, não deixar com que o(a) parceiro(a) tomasse conhecimento de que isso aconteceu.

 

A Figura 16 mostra os comportamentos de infidelidade menos citados pelos participantes.

Figura 16 - Os três comportamentos de menor ocorrência (Segunda etapa, Independentemente do sexo).

 

 

Podemos observar pela Figura 16,  que as afirmações com menor ocorrência para ambos os sexos são, respectivamente, em ordem descrescente 24, 31 e 33. Como podemos também observar através da Figura 16 e da Tabela 8 desta mesma figura estes mesmos comportamentos sequer aparecem citados pelas mulheres por ocasião da segunda etapa e, por isso,  aparecem na legenda mas não aparecem no gráfico de barras. Dessa forma pode-se dizer ao analisarmos a Figura 16 e a Tabela 8 que os comportamentos menos freqüentemente exibidos pelos participantes da segunda etapa em relação aos(as) seus (suas) parceiros, independentemente do sexo foram em ordem decrescente:

 

·         24 - Apresentar um(a) amigo(a) que o(a) participante beijou como um(a) primo(a) para que o(a) parceiro(a) deste(desta) não pudessem desconfiar desta farsa;

·         31 - O(a) participante falar que precisava viajar a trabalho somente para ficar com uma outra pessoa que não fosse o(a) próprio(a) parceiro(a) e que o(a) havia interessado fisicamente, amorosamente, ou ainda, sentimentalmente;

·         33- Mentir que estava com a família, somente para ficar com uma outra pessoa que não era os parceiros, pelos quais os participantes tenham se interessado fisicamente, amorosamente, ou ainda, sentimentalmente.

 

Para termos uma melhor visualização das ocorrências de infidelidade da nossa amostra em relação aos seus atuais parceiros, por ocasião da segunda etapa, tanto independentemente do sexo, bem como separadamente por sexo, podemos recorrer às Figuras 17, 18 e 19.

Figura 17 - Total de Ocorrências de infidelidade, independentemente do sexo, em relação aos atuais parceiros (Segunda Etapa).

 

 

Como pode ser observado na Figura 17, os comportamentos de infidelidade que mais ocorrem são os 1 e 2 com mais de 50 ocorrências. Os comportamentos de infidelidade ocorrem com freqüência entre 10 e 1 são: 5, 13, 20, 9, 19, 29, 23, 17, 25, 18, 22, 32, 28, 30 e 16. Os comportamentos de infidelidade 24, 27, 31, 33 e 11 não foram mencionados por nenhum dos participantes. [Ver as descrições de cada um destes tipos de infidelidade nos Anexos 12 e 13].

Figura 18 - Total de Ocorrências de infidelidade, para o sexo feminino, em relação aos atuais parceiros (Segunda Etapa).

 

 

Analisando a Figura 18, podemos dizer que as afirmações que mais ocorrem são as 1 e 2 com mais de 50 ocorrências. As afirmações que ocorrem com freqüência menor do que 10 são 5, 13, 20, 9, 19, 29, 23, 17, 25, 18, 22, 32, 28, 30 e 16. Os comportamentos de infidelidade 24, 27, 31, 33 e 11 tiveram freqüência zero. [Ver as descrições de cada um destes tipos de infidelidade nos anexos 12 e 13].

Figura 19 - Total de Ocorrências de infidelidade, para o sexo masculino, em relação as atuais parceiras (Segunda Etapa).

 

 

Como pode ser observado na Figura 19, os comportamentos de infidelidade que mais ocorrem são os 2 e 1 com mais de 1000 ocorrências. Os comportamentos de infidelidade que ocorrem com freqüência entre 10 e 1 são 23, 27, 28, 24, 30, 31 e 33.  [Ver as descrições de cada um destes tipos de infidelidade nos anexos 12 e 13].

 

3.3.1.3.1 Como os pesquisados diferem em relação à infidelidade quanto ao sexo?

 

 

Para verificar se existe associação entre as afirmações e o sexo, aplicou-se novamente o teste não paramétrico Mann-Whitney (utilizou-se o software MINITAB).  Como se trabalhou com uma variável quantitativa discreta, este teste foi apropriado. Este teste compara medianas de duas populações.

Este conjunto de dados apresenta muitas respostas com valor zero, o que inviabiliza a aplicação do teste paramétrico Qui-quadrado. 

         Considerando as hipóteses:

 

   H0: não existe associação entre sexo e as freqüências de ocorrência dos comportamentos de infidelidade;

H1: existe associação entre sexo e as freqüências de ocorrência dos comportamentos de infidelidade;

 

Pode-se dizer com 95% de confiança que existe associação entre o número de traições e o sexo dos participantes, ou seja, o número de ocorrências depende do sexo (aqui, a estatística do teste W = 1496,5 e tem p-valor = 0.0001, isto é, pode-se rejeitar a hipótese H0, ao nível de 5% de significância). Portanto, a hipótese H0 foi rejeitada. Os homens tiveram um número maior de traições do que as mulheres que estavam namorando atualmente, por ocasião da segunda etapa deste estudo.

 

3.4. O ciúme enquanto um possível aspecto projetivo da infidelidade amorosa.

 

Muitas são as pessoas se questionam se os parceiros mais ciumentos geralmente tendem a ser os mais traidores. Este estudo, também procurou verificar a relação que existe entre o ciúme e a infidelidade e se o ciúme estaria relacionado a um mecanismo mais projetivo de enfrentamento do cotidiano do que a outros fatores, aos moldes do que a psicanálise freudiana predizia.

Cotidianamente encontramos pessoas que projetam nos parceiros o desejo inconsciente de trair. Procuram indícios de infidelidade no outro, ruminando fantasias que eles mesmos constroem como possibilidades de infidelidade. Transformam a vida de seu cônjuge em uma constante instabilidade e insatisfação, levando-o a buscar alguém que lhe proporcione mais satisfação amorosa.

         Ao que parece, segundo os dados deste estudo, dado que:

·         A correlação entre as variáveis “Ciúme I” e “Infidelidade III”, independente do sexo foi 0,166, com p = 0,118, para 90 gl (onde, somente para relembrar, “Infidelidade III” é a freqüência de infidelidade pelos parceiros de cada participante, por ocasião da primeira etapa da coleta);

·         A correlação entre as variáveis “Ciúme I” e “Infidelidade IV”, independente do sexo foi 0,248, com p = 0,018, para 90 gl (onde, somente para relembrar, “Infidelidade IV” é a freqüência de infidelidade pelos parceiros de cada participante, por ocasião da segunda etapa da coleta);

·         A correlação entre as variáveis “Ciúme II” e “Infidelidade III”, independente do sexo foi 0,192, com p = 0,070, para 90 gl;

·         A correlação entre as variáveis “Ciúme II” e “Infidelidade IV”, independente do sexo foi 0,207, com p = 0,050, para 90 gl;

·         A correlação entre as variáveis “Ciúme I” (masculino) e “Infidelidade I” (masculina), foi - 0,35, com p = = 0,020, para 45 gl;

·         A correlação entre as variáveis “Ciúme I” (masculino) e “Infidelidade I” (feminina), foi 0,213, com p = 0,160, para 45 gl;

·         A correlação entre as variáveis “Ciúme I” (masculino) e “Infidelidade II” (feminina), foi 0,299, com p = 0,046, para 45 gl;

·         A correlação entre as variáveis “Ciúme II” (masculino) e “Infidelidade II” (feminina), foi 0,280, com p = 0,063, para 45 gl;

·         A correlação entre as variáveis “Ciúme I” (feminino) e “Infidelidade II” (masculina), foi – 0,070, com p = = 0,646, para 45 gl;

·         A correlação entre as variáveis “Ciúme I” (masculino) e “Infidelidade II” (masculina), foi - 0,37, com p = = 0,012, para 45 gl;

·         A correlação entre as variáveis “Ciúme I” (feminino) e “Infidelidade I” (feminino), foi 1.00, com p = = 0,00, para 45 gl;

·         A correlação entre as variáveis “Ciúme I” (feminino) e “Infidelidade II” (feminino), foi 0,144, com p = = 0,346, para 45 gl;

·         A correlação entre as variáveis “Ciúme II” (masculino) e “Infidelidade II” (masculina), foi – 0,006, com p = = 0,096, para 45 gl;

·         A correlação entre as variáveis “Ciúme II” (feminino) e “Infidelidade II” (feminino), foi 1,00, com p = 0,00 , para 45 gl;

·         A correlação entre as variáveis “Ciúme II” (masculino) e “Infidelidade II” (feminina), foi 0,28, com p = = 0,063, para 45 gl.

·         A correlação entre as variáveis “Ciúme II” (feminino) e “Infidelidade II” (masculina), foi 0,364, com p = 0,014 , para 45 gl.

 



[1] Ver as descrições de cada um destes tipos de infidelidade nos anexos 12 e 13.