No que
diz respeito à questão do comprometimento, antes de realizarmos os devidos
testes estatísticos pensava-se que parceiros com uma maior idade, teriam
aumentado o seu grau de comprometimento nos relacionamentos amorosos e isso
poderia estar relacionado de alguma forma à infidelidade, onde provavelmente
seriam encontrados valores mais baixos de comportamentos relacionados à
infidelidade para parceiros mais velhos. Como visto, esta hipótese foi
confirmada e, de todas as possíveis associações existentes, somente há uma
pequena associação linear positiva entre os escores das variáveis
“Comprometimento” e “Idade” dos participantes (r= 0,27, com p< 0,01).
Em outras palavras, pode-se dizer que há uma tendência, ainda que pequena, para
cada participante que quanto maior a idade dos participantes maior seja o grau
de comprometimento dos mesmos. Uma possível explicação para isso é conforme
passa o tempo e as pessoas envelhecem, elas procuram investir mais em
relacionamentos amorosos e assumir compromissos afetivos com seus parceiros.
Embora, apenas esta associação tenha sido encontrada é importante evidenciar
que muitos são os fatores envolvidos tanto na permanência dos parceiros numa
relação, bem como no rompimento da mesma (Branden, 1998; Lemos, 1994; Rodrigues,
Assmar & Jablonski, 1999; Rabin & Lagowshi, 2002; Viscott, 1996).
V - CONCLUSÃO
O propósito do presente estudo foi determinar as possíveis relações existentes entre os comportamentos de
infidelidade e os escores de ciúme. Ao se tratar da temática da infidelidade
amorosa, muitos direcionam seus olhares para o ‘traidor’ e vitimizam o
‘traído’. Não se pretendeu, com este trabalho, determinar relações de causa e
efeito entre essas duas variáveis, ou ainda, arranjar uma justificativa
plausível para as traições, muito menos deslocar qualquer culpa da infidelidade
para o traído, mas averiguar as possíveis contribuições de cada uma das partes
da díade amorosa para compor a configuração final do quadro da infidelidade.
Os presentes resultados
apoiaram algumas das hipóteses iniciais e foram consistentes com pesquisas
anteriores embora tenha refutado outras, tais como serão apontadas a seguir.
O amor não parece ser um produto contemporâneo
cultural criado por românticos poetas, ao contrário do que algumas pessoas possam
pensar. O amor é um sistema complexo de pensamentos, sentimentos e
comportamentos que está relacionado com o bem-estar do ser humano e está
presente em todas as culturas que se conhecem. Instalado e selecionado pela
evolução genética está a serviço da manutenção da vida e da perpetuação das
espécies. Ele constantemente sofreu ameaças, relacionadas ao fato de que um dos
parceiros possa potencialmente ser atraído por outro bem mais significativo
para aquele quer trair. Então, a fim de se evitar o desvio de recursos valiosos
na forma de uma possível infidelidade, a natureza lançou mão de um outro
recurso para ajudar na permanência dos parceiros nos relacionamentos amorosos
nos quais eles estão inseridos. Este mecanismo é chamado de ciúme romântico.
É
comum para as pessoas, em algum momento da vida, buscar um parceiro com quem
possam compartilhar afetividade, alegria, prazer, companheirismo, sexo, dentre
outros aspectos. Acontece que quando as pessoas aderem a relacionamentos
amorosos e esta busca persiste através de traições, esta pode causar grandes
prejuízos, muitas vezes, para todos os envolvidos e para parentes e amigos que
acompanham esta situação. Provavelmente por isso, o ciúme romântico tenha sido
um mecanismo selecionado positivamente para precaver os relacionamentos
amorosos dos malefícios de uma eventual infidelidade.
Embora seja possível que este mecanismo tenha sido
selecionado para garantir as parcerias constituídas, muitos dos excessos de
ciúme, sobretudo, quando relacionados à violência verbal ou física, acabam por
complicar, em vez de facilitar os relacionamentos amorosos em andamento. Dessa forma, o ciúme romântico e a
infidelidade amorosa não somente são dois importantes temas que afetam vários
relacionamentos humanos, bem como um desafio para muitos destes. Vimos nesta
pesquisa que o sexo feminino tem tendência a ter menos ciúme que o sexo
masculino.
Um outro aspecto, que merece ser destacado,
relaciona-se com o fato de haver uma variedade de teorias e estudos que tentam
compreender, de forma isolada, as dinâmicas do ciúme romântico e da
infidelidade amorosa. Se por um lado isso permite uma visão holística destas
temáticas, por outro, dificulta a sua compreensão de cada uma delas, uma vez
que não há um quadro teórico unificado que abarque as interações e
desdobramentos destes dois fenômenos para os relacionamentos amorosos,
quaisquer que estes sejam. Há, sim, vários modelos e vários estudos que, muitas
vezes, remetem para resultados diversos, ou mesmo contraditórios, como vimos na
Introdução deste trabalho. Este fato parece estar relacionado com dificuldades
na seleção das amostras, metodologias utilizadas na coleta dos dados e no seu
tratamento. Ao mesmo tempo não existe um quadro teórico subjacente que seja
minimamente consensual entre os diversos investigadores que se têm dedicado a
estas áreas.
Os
temas ciúme e infidelidade se mostram de grande importância enquanto área de
estudo, já que diferentes pesquisas os colocam como fatores de motivação em
casos de homicídios, violência doméstica e outros contextos de agressão física
e verbal (Billai & Kraya, 2000; Mullen & Maack, 1985). Embora muitas
pessoas sejam concordes com o pensamento de Costa (1998), o qual expressa que
quem não quiser sofrer deveria desistir de amar, é necessário aprendermos a
relativizar tal crença implícita de que o amor seja um privilégio para poucos,
ou ainda, que este seja um fenômeno que mais origine sofrimentos do que os
mitigue. Importa ainda dizer que as expectativas do indivíduo face à relação
conjugal influenciam fortemente a forma como este vivencia a relação e vem a
perceber os comportamentos dos parceiros.
Evidencia-se ainda que acreditamos que outros
fatores componham a configuração final do quadro das infidelidades que não
somente o ciúme relacionado à projeção, ou ainda, o ciúme relacionado a uma
profecia auto realizadora da infidelidade.
Ainda
pouco se conhece a respeito de quais tipos de parceiros são mais suscetíveis à
infidelidade, mas este estudo permitiu, dentro de seus referenciais,
identificar e discutir um pouco mais sobre alguns fatores que promovem
infidelidade, algo que era muito pouco tratado pela literatura acadêmica até
então. Ao analisarmos os 35 comportamentos relacionados à infidelidade, podemos
concluir que, como aponta a literatura, homens e mulheres são geralmente
propensos a se engajar em formas diferentes de infidelidade. As mulheres,
sobretudo, quando mais insatisfeitas com seus parceiros, buscarão por aventuras
emocionais e os homens buscarão aventuras extradiádicas, sobremaneira de natureza
sexual. Dessa forma, acredito que o presente estudo contribui para uma melhor
compreensão da dinâmica interpessoal amorosa principalmente referente a estes
dois temas.
Como
qualquer outro estudo, este também apresenta limitações. Como mencionado por Buss
e Shackelford (1997), pode haver a possibilidade de encontrarmos indivíduos que
tenham uma alta propensão para a infidelidade, mas, por fatores como falta de
oportunidade é possível que nunca venham a se engajar em tais comportamentos.
Finalmente, É provável que, por diversos motivos, a amostra selecionada não
seja representativa da população geral, comprometendo assim, o valor da
validade externa dos resultados e/ou somente possa ser generalizada para
relacionamentos similares aos dos participantes desta amostra.
Enfim, embora essa pesquisa não tenha a pretensão
de esgotar o assunto ou de resolver a questão sobre as possíveis relações que
podem haver entre ciúme romântico e a infidelidade amorosa, salienta-se o quão
gratificante foi a elaboração deste trabalho, pois permitiu-nos caminharmos
mais alguns passos nas sendas do relacionamento amoroso. A principal conclusão
é que o presente estudo contribui para outros estudos com o “Inventário de
Comportamentos Relacionados à Infidelidade” que é
útil para medir a freqüência de ocorrência de comportamentos amorosos infiéis. Esta
abordagem permitiu tomar consciência da complexidade deste domínio de
intervenção e da necessidade de desenvolver investigações, particularmente no
nosso país, rumo à compreensão dos fatores associados ao relacionamento
amoroso, o que permitirá desenvolver intervenções e para melhor respondermos às
necessidades e problemas relativos à parceria amorosa. Assim, espero que este
trabalho também possa propiciar a abertura de novas janelas de investigação
para novas frentes que abarquem estas temáticas.
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