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Notícias
Estudo indica que autismo pode ser identificado aos seis meses de idade

Por: Minha Vida

11 de agosto de 2015

Minha Vida - [link]

Data: 2015

Estudo indica que autismo pode ser identificado aos seis meses de idade

Cérebro pode denunciar alterações mais precocemente do que se imagina

POR MINHA VIDA

 

Um novo estudo feito pela Universidade da Carolina do Norte (EUA) descobriu que o cérebro de crianças que sofrem com autismo na infância já apresentam diferenças aos seis meses de idade. Os pesquisadores observaram cerca de 100 crianças que tinham irmãos mais velhos com autismo, ou seja, apresentavam alto risco de também apresentar a doença. 

Por meio de ressonância magnética, os especialistas avaliaram o cérebro dessas crianças aos seis meses, 12 e 24 meses de idade e fizeram testes de comportamento também aos 24 meses. Após dois anos, 28 crianças (30%) apresentavam sintomas de autismo, enquanto 64 (70%) não. 

Os dois grupos tinham diferenças no desenvolvimento das fibras da substância branca - que conectam regiões do cérebro. De acordo com os pesquisadores, a evidência sugere que o autismo é um fenômeno do cérebro todo - e não de regiões isoladas - e que pode ser identificado muito precocemente.  

Vitaminas pré-natais diminuem as chances de autismo

Para ajudar na prevenção da doença, a alimentação da gestante faz a diferença. Mulheres que não ingerem vitaminas desde o começo da gestação têm até duas vezes mais chances de ter filhos autistas, de acordo com um estudo feito por pesquisadores da UC Davis MIND Institute, nos Estados Unidos. 

De acordo com a pesquisa, tomar vitaminas pré-natais pode ter um efeito específico na formação genética da criança. Por isso, esses nutrientes devem ser ingeridos desde o início da gestação. As principais vitaminas que devem ser consumidas são as vitaminas do complexo B, principalmente a vitamina B9 - também chamada de ácido fólico -, que tem a capacidade de proteger o cérebro de 70% dos problemas neurais. No entanto, cada gestante deve seguir a receita de vitaminas indicada pelo seu médico. 

Os cientistas ainda descobriram que continuar a tomar esse tipo de vitamina no período de amamentação pode trazer benefícios para os neurônios do bebê, já os nutrientes são passados de mãe para filho através do leite. Confira as vitaminas que não podem ser deixadas de lado durante a gravidez: 

Acerola, laranja, goiaba, amora e morango

Alimentos que contêm vitamina C e flavonoides juntos (frutas cítricas e silvestres) fortalecem as paredes dos vasos sanguíneos, impedindo os radicais livres de comprometer sua resistência. Além disso, os flavonoides reduzem a fragilidade e o extravasamento de sangue nos vasos. 

Cebola roxa e mirtilo

Estudos apontam a quercetina, flavonoide encontrado na cebola roxa e mirtilo, como sendo muito eficiente na prevenção de vasinhos, com ação anti-inflamatória. 

Abacaxi

A bromelaína, uma enzima naturalmente presente no abacaxi, tem sido usada no tratamento de varizes, pois pessoas com esse problema apresentam dificuldade em degradar a fibrina (proteína), que é depositada ao redor dos microvasinhos. A bromelaína consegue quebrar essa proteína, diminuindo esse acúmulo. 

Peixes de água fria (salmão) e azeite de linhaça

 

Ricos em ômegas, especialmente do tipo 3, esses alimentos ajudam a evitar a formação de coágulos (trombose) e de depósitos de gordura (aterosclerose), aumentando a fluidez sanguínea e reduzindo a pressão arterial. 

Suco de uva integral

Os flavonoides, ácidos fenólicos e o resveratrol encontrados nas sementes e cascas das uvas possuem atividades antioxidantes, que contribuem para o efeito cardioprotetor, incluindo a habilidade de inibir as atividades de agregação plaquetária e formação de trombose. Além disso, o consumo diminui as chances de obstrução dos vasos sanguíneos e reduz potencialmente os lipídios plasmáticos (desentupimento das artérias).


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